O assinante como uma entidade, não como cinco cadastros
Linhas, planos, contas, endereços de instalação e protocolos resolvidos como um cliente só. A pergunta deixa de ser por número e passa a ser pela pessoa que está do outro lado.
CRM, billing, inventário de rede, ordem de serviço e chamado técnico guardam pedaços do mesmo assinante. A Strattum resolve linha, plano, endereço e histórico como um cliente só e entrega para a IA que suas equipes já usam.
Linhas, planos, contas, endereços de instalação e protocolos resolvidos como um cliente só. A pergunta deixa de ser por número e passa a ser pela pessoa que está do outro lado.
Promoção, fidelidade, aditivo e migração deixam rastro. A resposta traz o que vale na data, com o que aquilo substituiu, em vez da oferta que estava na campanha.
Chamado, visita técnica, troca de equipamento e reclamação ligados à mesma linha. O terceiro chamado do mês para de nascer como se fosse o primeiro.
Hoje cada uma delas passa por CRM, billing, ordem de serviço e o sistema de rede, em quatro telas e três equipes.
As linhas daquele assinante, a condição contratual que vale para cada uma e o que ficou em aberto chegam juntos. O atendente para de montar o histórico enquanto o cliente espera na linha.
Fidelidade, multa proporcional, subsídio de aparelho e o que a alçada autoriza oferecer, resolvidos por linha e não por conta. A retenção deixa de depender do palpite do atendente sobre o que ele pode dar.
Histórico da linha, equipamento instalado, o que a visita anterior trocou e o procedimento daquele tipo de falha. Montado a partir das ordens de serviço que a operação já escreve todo dia.
Chamado, visita e reclamação lidos junto do inventário de rede. Quando a reincidência se concentra num trecho, o motivo aparece ligado ao trecho, em vez de diluído entre mil protocolos.
A Strattum resolve o assinante como entidade a partir dos sistemas onde ele já existe: CRM, billing, ordem de serviço e inventário de rede. Cada um deles guarda a linha, e é a resolução de entidade que liga as linhas à pessoa. A resposta chega na IA que o time já usa, com o registro de origem citado para que dê para abrir e conferir.
A que valia na data. Plano, promoção, fidelidade e aditivo são versionados, e a resposta traz a condição vigente no momento que importa, com o que ela substituiu. Numa base em que a mesma linha mudou de oferta três vezes em dois anos, essa é a diferença entre a resposta certa e uma resposta confiante.
Ajuda onde a demora é de reconstrução, que é a maior parte dela: montar o que aconteceu com aquela linha atravessa quatro sistemas hoje. Com o histórico resolvido, a resposta é escrita a partir do que de fato ocorreu, com data e ordem de serviço citadas. A Strattum não protocola nem responde por você, ela entrega o contexto que a resposta precisa ter.
Não. A Strattum é a camada entre esses sistemas e a IA. Eles continuam sendo o sistema de registro. O que muda é que o assinante, a linha e a ordem de serviço passam a ser resolvidos como uma coisa só quando alguém pergunta.
Um assistente genérico responde a partir do que consegue buscar, e numa base keyed por linha isso significa responder sobre um número quando a pergunta era sobre uma pessoa. O que falta não é o modelo, é o contexto: qual linha pertence a qual assinante, qual condição valia na data, o que aquele atendente tem direito de ver.
Dentro da sua nuvem. A plataforma inteira é deployada na sua infraestrutura: AWS, Azure, GCP, OCI ou on-prem. A Strattum não tem acesso de runtime aos dados, e seus registros, credenciais, chaves e acesso de rede não saem de lá.