A versão vigente chegando na ponta
Protocolo revisado, POP atualizado e comunicado interno resolvidos como um documento só. A equipe para de trabalhar pela versão que foi impressa no treinamento.
Protocolo assistencial, regra de convênio, tabela de OPME e procedimento operacional vivem em sistemas e PDFs diferentes. A Strattum resolve isso como um contexto governado e entrega para a IA que suas equipes já usam.
Protocolo revisado, POP atualizado e comunicado interno resolvidos como um documento só. A equipe para de trabalhar pela versão que foi impressa no treinamento.
A permissão da origem é preservada e aplicada antes de a resposta ser montada. O que uma função não pode ver não entra no material que gera a resposta, e cada consulta fica rastreável.
Faturamento, regra de convênio e histórico de negativa lidos juntos. O motivo da glosa aparece ligado ao dado que a causou.
Cada uma delas hoje termina numa ligação para a coordenação, num grupo de mensagens ou numa planilha de glosa conferida linha a linha.
O protocolo revisado, o comunicado que anunciou a mudança e o POP que ainda não foi atualizado chegam como uma resposta só, com a data de vigência. A dúvida para de virar mensagem para a coordenação às três da manhã.
O que foi faturado, o que o convênio cobre e o histórico daquele item chegam juntos, com a exceção contratual daquele plano. O time de faturamento monta o recurso sabendo se ele se sustenta.
Fluxo da unidade, sistema de cada etapa, quem acionar em cada situação e o que exige registro. O que hoje é acompanhamento de quem está de plantão vira resposta sob demanda, tirada dos POPs que a instituição já publicou.
Faturado, glosado e recuperado lidos juntos por convênio. Quando a glosa sobe com o volume estável, o motivo aparece ligado à regra que mudou.
Os casos desta página são operacionais: protocolo, convênio, faturamento, OPME e escala. Tecnicamente a plataforma conecta o que a instituição autorizar, e o filtro de permissão é aplicado antes do ranking, mas o escopo que recomendamos começar é o contexto que a instituição escreve sobre si mesma. Dado clínico entra, quando entra, com decisão do time de compliance e de forma explícita.
O contexto é versionado por documento. A resposta traz a revisão em vigor com a data e o que ela substituiu, e cita o POP para que a pessoa abra e confira. Onde uma revisão antiga ainda circula impressa, a resposta é o que corrige, porque ela chega no aparelho de quem está perguntando.
Os conectores leem com as credenciais do próprio tenant e preservam a permissão da origem. Um contexto que aquela função não pode ver nunca entra no material a partir do qual a resposta é montada, então não aparece nem como citação. Cada consulta fica rastreável. Detalhes em /governance.
Não. A Strattum é a camada entre esses sistemas e a IA. Eles continuam sendo o sistema de registro. O que muda é que o protocolo, a guia e o contrato do convênio passam a ser resolvidos como uma coisa só quando alguém pergunta.
Um assistente genérico responde a partir do que consegue buscar, e numa rede com POPs em várias revisões isso significa citar com confiança a versão errada. O que falta não é o modelo, é o contexto: qual revisão está em vigor, qual cláusula é daquele plano, o que aquela função tem direito de ver.
Dentro da sua nuvem. A plataforma inteira é deployada na sua infraestrutura: AWS, Azure, GCP, OCI ou on-prem. A Strattum não tem acesso de runtime aos dados, e seus registros, credenciais, chaves e acesso de rede não saem de lá.