Responder pela versão que está em vigor
A norma alterada, a que alterou e a que vale hoje resolvidas como uma coisa só. O servidor para de responder pelo documento que apareceu primeiro na busca.
Decreto, portaria, instrução normativa e parecer se alteram entre si por anos. A Strattum resolve isso como um contexto governado e entrega para a IA que suas equipes já usam, com a versão em vigor e a permissão respeitada.
A norma alterada, a que alterou e a que vale hoje resolvidas como uma coisa só. O servidor para de responder pelo documento que apareceu primeiro na busca.
Protocolo, requerimento, benefício e atendimento anterior resolvidos como a mesma pessoa. O balcão para de pedir de novo o que o órgão já tem.
A permissão da origem é preservada e aplicada antes da resposta ser montada. Cada consulta fica registrada, com quem perguntou e sobre o quê.
Cada uma delas hoje termina num pedido à procuradoria, num servidor que lembra do caso parecido, ou num relatório montado à mão.
O decreto original, as portarias que o alteraram e o parecer que fixou a interpretação chegam como uma resposta só, na versão que vigorava na data do fato. A consulta para de depender de quem conhece o histórico.
Cadastro, requerimentos anteriores e a exigência pendente chegam juntos, com a regra que se aplica àquele enquadramento. O atendente abre o atendimento sabendo o que falta de fato.
Fluxo do processo, sistema a usar em cada etapa, prazo de cada ato e o que exige manifestação de terceiros. O que hoje é acompanhamento de um servidor experiente vira resposta sob demanda, tirada dos manuais que o órgão já publicou.
Entrada, estoque e tempo por etapa lidos juntos. Quando a fila cresce com a produtividade estável, a etapa responsável aparece ligada ao dado que a expõe.
O contexto é versionado por documento. A resposta traz a versão que vigorava na data que importa, com o ato de origem citado, para que o servidor abra o dispositivo e confira. Onde há dúvida de vigência, a resposta mostra a cadeia de alteração em vez de escolher por conta própria.
Os conectores leem com as credenciais do próprio órgão e preservam a permissão da origem. O filtro de acesso é aplicado antes do ranking, então um dado que aquele servidor não pode ver nunca entra no material a partir do qual a resposta é montada. Cada consulta fica rastreável. Detalhes em /governance.
Não precisam. A plataforma inteira é deployada dentro da sua infraestrutura: nuvem contratada pelo órgão, nuvem soberana ou on-prem. A Strattum não tem acesso de runtime aos dados, e registros, credenciais, chaves e acesso de rede não saem de lá.
Não. A Strattum é a camada entre esses sistemas e a IA. Eles continuam sendo o sistema de registro. O que muda é que a norma, o processo e o cidadão passam a ser resolvidos como uma coisa só quando alguém pergunta.
Um assistente genérico responde a partir do que consegue buscar, e no setor público isso significa citar com confiança uma portaria revogada. O que falta não é o modelo, é o contexto: qual ato estava vigente na data, qual processo é daquele cidadão, o que aquele servidor tem direito de ver. A Strattum monta essa camada uma vez e serve a qualquer modelo.
Sim, e é o caminho que recomendamos. O projeto começa por um fluxo com dor clara (normalmente análise de requerimentos ou atendimento) e a camada de contexto construída ali é reaproveitada pelas áreas seguintes, em vez de cada uma reconectar tudo de novo.