Achar o precedente antes de reinventar
A proposta parecida, o escopo que foi entregue e o que deu errado nele. O sócio para de precificar do zero um trabalho que a firma já fez três vezes.
Proposta, projeto, entregável, ata e o especialista que fez aquilo vivem em pastas, threads e cabeças diferentes. A Strattum resolve isso como um contexto só e entrega para a IA que seus times já usam.
A proposta parecida, o escopo que foi entregue e o que deu errado nele. O sócio para de precificar do zero um trabalho que a firma já fez três vezes.
Projeto, entregável, setor e cliente ligados às pessoas que passaram por eles. Encontrar o especialista deixa de depender de quem está online agora.
Horas, escopo e faturamento lidos juntos. O desvio aparece enquanto ainda dá para conversar com o cliente.
Cada uma delas hoje termina num pedido no Slack, num vasculhar de pastas ou numa ligação para quem já saiu da firma.
Escopo, prazo, equipe e preço de trabalhos parecidos, com o que foi entregue de fato e o que estourou. A proposta nova nasce do histórico da casa em vez do palpite de quem está escrevendo.
O que já foi vendido, o que está em execução e o que ficou pendente com aquele cliente chegam juntos, com quem conduziu cada frente. O sócio entra na sala sabendo o que a firma já prometeu ali.
Histórico da conta, decisões já tomadas, glossário do cliente e o que não se toca. O que hoje são duas semanas puxando contexto de quem já está alocado vira resposta sob demanda.
Horas lançadas, escopo entregue e faturamento lidos juntos. Quando a hora sobe sem o entregável andar, o motivo aparece ligado à frente que o causou, ainda dentro do projeto.
A Strattum conecta onde o precedente já vive: repositório de propostas, gestão de projetos, entregáveis, atas e e-mail. O contexto é entregue para a IA que o time já usa, e a resposta vem com o projeto citado, para que dê para abrir o documento e conferir em vez de confiar num resumo.
O filtro de permissão é aplicado antes do ranking. Um projeto que aquele usuário não pode ver nunca entra no material a partir do qual a resposta é montada, então ele não aparece nem como citação. As barreiras que a firma já mantém nas pastas continuam valendo.
O que hoje passa de pessoa para pessoa (o que foi decidido, o que o cliente chama pelo nome dele, o que não se toca) já está escrito nas atas e nos entregáveis. Organizado como contexto, vira resposta sob demanda, e quem entra pergunta em vez de ocupar quem está entregando.
Não. A Strattum é a camada entre esses sistemas e a IA. Eles continuam sendo o sistema de registro. O que muda é que o cliente, o projeto e a pessoa passam a ser resolvidos como uma coisa só quando alguém pergunta.
Um assistente genérico responde a partir do que consegue buscar. O que falta não é o modelo, é o contexto: qual proposta corresponde a qual projeto, qual versão do contrato valia na data, o que aquele usuário tem direito de ver. A Strattum monta essa camada uma vez e serve a qualquer modelo, inclusive ao assistente que você já tem.
Dentro da sua nuvem. A plataforma inteira é deployada na sua infraestrutura: AWS, Azure, GCP, OCI ou on-prem. A Strattum não tem acesso de runtime aos dados, e seus registros, credenciais, chaves e acesso de rede não saem de lá.