Compliance aplicado na origem de cada consulta
O filtro de permissão roda antes do ranking, e cada resposta guarda o rastro de quais dados entraram nela. O dado sensível não sai da sua nuvem, e a auditoria deixa de ser uma reconstrução.
Core bancário, CRM, contratos, tickets e políticas guardam pedaços do mesmo cliente. A Strattum resolve isso como um contexto governado dentro da sua nuvem, com a permissão aplicada antes da resposta e o rastro de como ela foi montada.
O filtro de permissão roda antes do ranking, e cada resposta guarda o rastro de quais dados entraram nela. O dado sensível não sai da sua nuvem, e a auditoria deixa de ser uma reconstrução.
Cliente, conta, contrato, dispositivo e contato resolvidos como uma entidade. É a mesma resolução que serve o atendimento e que expõe a rede de contas que compartilha telefone e IP.
Cada recomendação chega com quais dados foram lidos, qual regra se aplicou e qual foi a saída. O pedido de rastro do auditor para de virar um projeto.
Cada uma delas hoje termina num pedido ao time de dados, numa consulta ao jurídico ou numa reconstrução manual para o auditor.
A política de crédito, a alçada do canal e a exceção do segmento chegam como uma resposta só, na versão vigente na data da proposta. A consulta para de depender de quem conhece o manual.
Conta, dispositivo e contato resolvidos como um grafo. O padrão que só aparece quando as linhas são ligadas entre si deixa de exigir uma consulta escrita à mão.
Quais dados entraram na decisão, qual política se aplicou e qual foi a saída, decisão por decisão. O pedido de rastreabilidade para de virar um projeto de semanas para o time de dados.
Originação, inadimplência e canal lidos juntos por safra. Quando a inadimplência sobe numa safra específica, o fator aparece ligado ao dado que o expõe.
Líderes técnicos e de produto que colocaram contexto governado em produção.
A plataforma inteira roda dentro da sua nuvem, então o dado sensível não sai dela. A permissão da origem é preservada e o filtro é aplicado antes do ranking. Cada decisão fica com o rastro de quais dados entraram, qual política se aplicou e o que foi respondido, que é exatamente o que uma fiscalização pede. DPA no Day 1, SOC 2 Type II em andamento. Detalhes em /governance.
A camada não substitui a régua, ela dá contexto a ela. O que o Memory Graph acrescenta é a ligação: a mesma pessoa em várias identidades, contas que compartilham dispositivo, telefone e IP, redes de mula. Padrão em rede não aparece em linha de tabela, e é isso que a régua sozinha não enxerga.
Não. Há conectores para cores proprietários, FIS, Sopra e a linha CRM/Banking do TOTVS, além de Sankhya e Salesforce. A Strattum lê de onde o dado já está, e conectores sob medida saem em dias.
Cada recomendação chega com o caminho: quais dados foram lidos, com origem e horário, qual política se aplicou na versão vigente naquela data, e qual foi a saída. Isso é registrado no momento da decisão, que é a diferença entre entregar em minutos e abrir um projeto.
Um assistente genérico responde a partir do que consegue buscar, e num ambiente regulado isso significa citar com confiança uma política revogada e ler um dado que aquele usuário não podia ver. O que falta não é o modelo, é o contexto governado: qual versão valia, qual conta é daquele cliente, o que cada perfil tem direito de ver.
Dentro da sua nuvem. A plataforma inteira é deployada na sua infraestrutura: AWS, Azure, GCP, OCI ou on-prem. A Strattum não tem acesso de runtime aos dados, e seus registros, credenciais, chaves e acesso de rede não saem de lá.