Responder pela norma que vale para aquela turma
Regimento, projeto pedagógico e resolução resolvidos como uma coisa só, na versão do ano de ingresso. A secretaria para de aplicar a regra do currículo novo a quem entrou no antigo.
Regimento, projeto pedagógico, resolução de colegiado e edital dizem coisas diferentes sobre a mesma situação. A Strattum resolve isso como um contexto governado e entrega para a IA que suas equipes já usam.
Regimento, projeto pedagógico e resolução resolvidos como uma coisa só, na versão do ano de ingresso. A secretaria para de aplicar a regra do currículo novo a quem entrou no antigo.
Matrícula, histórico, financeiro, bolsa e atendimento anterior resolvidos como a mesma pessoa. O aluno para de contar a mesma história em três guichês.
Secretaria, coordenação, portal e chat respondem pelo mesmo documento vigente. A resposta para de variar conforme quem atendeu.
Cada uma delas hoje termina num e-mail para a coordenação, num vasculhar de resoluções antigas ou num relatório montado à mão.
O regimento, o projeto pedagógico do ano de ingresso e a resolução que alterou o critério chegam como uma resposta só. A consulta para de depender de quem lembra em que ano a regra mudou.
Acadêmico, financeiro e bolsa chegam juntos, com a regra que se aplica àquele enquadramento. A secretaria abre o atendimento sabendo o que realmente impede a matrícula.
Estrutura curricular, decisões do colegiado, pendências de reconhecimento e o que está em ciclo de avaliação. O que hoje é uma conversa longa com quem saiu vira resposta sob demanda, tirada das atas e dos documentos do próprio curso.
Matrícula, rematrícula, desempenho e financeiro lidos juntos por período. Quando a evasão sobe num semestre específico, o fator aparece ligado ao dado que o expõe.
O contexto é versionado por documento, com a data de vigência. A resposta traz a versão que valia no ano de ingresso daquele aluno e cita o dispositivo, para que a pessoa abra e confira. Onde uma resolução posterior mudou o critério só para novos ingressantes, a resposta mostra as duas e diz qual se aplica.
Funciona, e é o ponto. A Strattum lê os dois com as credenciais do próprio tenant e resolve o aluno como uma pessoa só, com matrícula, histórico, financeiro e bolsa ligados. O ganho não é trocar de sistema, é parar de mandar o aluno de um guichê para o outro para juntar o que a instituição já tem.
Os conectores preservam a permissão da origem e o filtro é aplicado antes do ranking. Um dado que aquele atendente não pode ver nunca entra no material a partir do qual a resposta é montada, então não aparece nem como citação. Cada consulta fica rastreável. Detalhes em /governance.
Não. A Strattum é a camada entre esses sistemas e a IA. Eles continuam sendo o sistema de registro. O que muda é que a norma, o aluno e o financeiro passam a ser resolvidos como uma coisa só quando alguém pergunta.
Um assistente genérico responde a partir do que consegue buscar, e numa instituição com PPCs de vários anos isso significa citar com confiança a regra de outro currículo. O que falta não é o modelo, é o contexto: qual versão vale para aquele ingresso, qual matrícula é daquele aluno, o que aquele atendente tem direito de ver.
Dentro da sua nuvem. A plataforma inteira é deployada na sua infraestrutura: AWS, Azure, GCP, OCI ou on-prem. A Strattum não tem acesso de runtime aos dados, e seus registros, credenciais, chaves e acesso de rede não saem de lá.